RPD da Coreia vence Holanda por 3-0 e conquista título da Copa do Mundo Feminina Sub-17 em Marrocos

RPD da Coreia vence Holanda por 3-0 e conquista título da Copa do Mundo Feminina Sub-17 em Marrocos nov, 22 2025

A FIFA encerrou a Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA Marrocos 2025Marrocos com uma final que entrou para a história: a República Popular Democrática da Coreia (RPD da Coreia) levantou o troféu ao derrotar a Holanda por 3-0, em jogo disputado no Estádio Olímpico de Rabat em 5 de novembro de 2025. Os gols foram de Kim Won-sim (14'), Pak Rye-yong (18') e Ri Ui-gyong (42'), diante de 5.954 torcedores e sob a apitação da árbitra espanhola Olatz Rivera. Foi o segundo título mundial da equipe norte-coreana na categoria — e o primeiro desde 2016. A vitória não foi surpresa: a RPD da Coreia foi a única seleção a não sofrer gols em toda a competição.

Uma campanha impecável e um estilo de jogo marcante

A RPD da Coreia chegou à final sem perder um único jogo. Seu futebol, caracterizado por pressão alta, transições rápidas e precisão tática, desmontou adversários como a Costa Rica (2-1) e a China (3-1) nas fases anteriores. A artilharia da equipe foi liderada por Yu Jong-hyang, com oito gols, e Kim Won-sim, que marcou sete — incluindo o primeiro da final. A defesa, com a goleira Kim Myong-hui, sofreu apenas dois gols em sete jogos. O estilo de jogo da equipe, muitas vezes comparado ao das seleções femininas da Alemanha nos anos 2000, é fruto de um programa de base rigoroso e centralizado, com jovens atletas treinando desde os 10 anos em centros de excelência controlados pelo governo.

O Brasil e a frustração de repetir o melhor resultado

O Brasil chegou à disputa pelo terceiro lugar com a expectativa de superar o quarto lugar de 2016 — seu melhor desempenho até então. A estreia foi promissora: vitória por 3-0 sobre a seleção anfitriã, com Giovanna Waksman, atacante do Botafogo, marcando o terceiro gol. Mas o sonho se desfez quando, contra a China nas oitavas, Waksman sofreu entorse no joelho no intervalo, deixando o campo em lágrimas. A CBF confirmou depois que a jovem tinha lesão ligamentar e ficaria fora por seis meses. Sem sua principal ameaça ofensiva, o Brasil empatou por 1-1 com a Costa Rica na fase de grupos, e foi derrotado por 3-0 pela Itália na fase de grupos. Na semifinal, perdeu para a Holanda por 2-1, e na disputa pelo bronze, caiu nos pênaltis por 5-4 para o México, após empate em 1-1 no tempo normal. A goleira Ana Morganti, que defendeu o pênalti decisivo, foi a única luz na derrota.

As regras inéditas e o impacto na dinâmica das partidas

A FIFA adotou uma regra inédita nesta edição: em caso de empate após os 90 minutos, a partida seria decidida diretamente por pênaltis — sem prorrogação. A medida, adotada para preservar a saúde das jovens atletas e acelerar o calendário, gerou controvérsias. A Holanda, por exemplo, eliminou os Estados Unidos por 7-6 nos pênaltis após empate em 1-1. Já a RPD da Coreia evitou a disputa por pênaltis em todos os jogos, mostrando superioridade técnica. A decisão foi bem recebida por técnicos da Ásia, mas criticada por europeus, que alegam que “a prorrogação é parte da cultura do futebol”.

Artilharia, estatísticas e a nova geração de estrelas

A competição revelou nomes que podem dominar o futebol feminino nos próximos dez anos. Além de Yu Jong-hyang e Kim Won-sim, a italiana Giulia Galli e a japonesa Noa Fukushima, ambas com cinco gols, se destacaram. A chinesa Zhou Xinyi, com quatro gols, liderou o setor ofensivo da China, que terminou em quinto lugar. O torneio contou com 16 seleções, e a Zâmbia surpreendeu ao terminar a fase de grupos com três pontos e cinco gols marcados, mesmo perdendo todos os jogos por 1-0. A Nigéria e a Marrocos também mostraram evolução, mas ainda lutam contra a falta de infraestrutura e investimento.

O que vem a seguir? O futuro do futebol feminino Sub-17

A próxima edição da Copa do Mundo Feminina Sub-17 está marcada para 2027, com o local ainda a ser anunciado pela FIFA em 2026. Fontes internas indicam que a Austrália e a Colômbia são as favoritas para sediar. A RPD da Coreia, com a base da equipe ainda jovem, é claramente a equipe a ser batida. Mas o Brasil, com a volta de Giovanna Waksman e a chegada de novas promessas como a meia Isadora Lopes, promete voltar com força. O futebol feminino sub-17, que em 2016 tinha apenas 12 seleções, agora é um verdadeiro laboratório de talentos — e cada edição revela mais do que um campeão: revela o futuro do esporte.

Frequently Asked Questions

Por que a RPD da Coreia é tão dominante no futebol feminino Sub-17?

A RPD da Coreia investe em um sistema de seleção e treinamento centralizado desde os 10 anos, com atletas vivendo em academias esportivas controladas pelo Estado. O foco é em disciplina, condicionamento físico e tática coletiva. A equipe não tem jogadoras profissionais, mas treina oito horas por dia, seis dias por semana. Esse modelo, semelhante ao da antiga União Soviética no esporte, garante consistência e superioridade técnica contra seleções com estruturas mais amadoras.

Por que a FIFA eliminou a prorrogação nas partidas da Sub-17?

A decisão foi tomada para proteger a saúde das jovens atletas, que ainda estão em fase de desenvolvimento físico. A prorrogação aumenta o risco de lesões musculares e articulares. Além disso, o calendário apertado da competição — com jogos a cada dois dias — exigia economia de energia. A FIFA argumenta que os pênaltis, embora emocionais, são mais justos quando as equipes têm o mesmo nível técnico, como ocorreu na final entre RPD da Coreia e Holanda.

Qual foi o impacto da lesão de Giovanna Waksman no Brasil?

A lesão de Giovanna Waksman, que teve entorse no joelho, foi um golpe devastador para o Brasil. Ela era a principal ameaça ofensiva, com 4 gols na competição, e liderava a equipe na criação de jogadas. Sem ela, o time perdeu agilidade e profundidade no ataque. A CBF já confirmou que ela não jogará mais em 2025 e que seu retorno depende de reabilitação de seis meses — o que pode afetar sua convocação para a próxima Copa do Mundo Feminina Sub-20.

Quais países surpreenderam na competição?

A Zâmbia foi a grande surpresa: terminou a fase de grupos com três pontos, apesar de perder todos os jogos por 1-0 — um feito raro em competições de seleções. A Nigéria também avançou com dignidade, e a Costa Rica chegou às oitavas pela primeira vez. Já o México conquistou seu melhor resultado histórico ao vencer o Brasil nos pênaltis, mostrando que o futebol feminino da América Central está em ascensão.

Onde será a próxima Copa do Mundo Feminina Sub-17?

A FIFA ainda não anunciou o país-sede da edição de 2027, mas a Austrália e a Colômbia são as favoritas. A Austrália tem infraestrutura moderna e experiência com grandes eventos, enquanto a Colômbia tem o apoio popular e o desejo de consolidar seu crescimento no futebol feminino. O anúncio oficial está previsto para abril de 2026, e a escolha pode influenciar o desenvolvimento do esporte em toda a América Latina e Oceania.

Como a RPD da Coreia mantém a confidencialidade de suas jogadoras?

A RPD da Coreia impõe restrições rigorosas à mídia: as jogadoras não dão entrevistas, seus rostos são raramente exibidos em transmissões e seus nomes completos não são divulgados fora do país. Isso é parte de uma política de controle estatal sobre a imagem pública. Apesar disso, sua eficiência no campo é indiscutível. Especialistas dizem que, se tivessem acesso a tecnologia e análise de dados como as europeias, seriam ainda mais dominantes.

11 Comentários

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    Roberto Hauy

    novembro 24, 2025 AT 10:49

    essa final foi uma porcaria, a holanda jogou como se tivesse tomado um veneno no café da manhã. a rpd da coreia nem precisou correr, só ficou parada e esperou os adversários caírem. eu vi o jogo, e o árbitro era espanhol, então já era esperado que fosse um lixo. e ainda falam que o futebol feminino é bonito... só se for na teoria.

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    Rodrigo Donizete

    novembro 24, 2025 AT 13:56

    alguém já parou pra pensar que a rpd da coreia não é um time de futebol, é um programa de lavagem cerebral disfarçado de seleção? elas não jogam, são programadas. os gols? treinados em laboratório. os nomes? falsos. acho que nem existe uma Kim Won-sim real, só um avatar de IA criado pelo regime pra enganar o mundo. e o governo delas controla até o vento que sopra no estádio. isso aqui é guerra fria com chuteiras.

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    Lucas Nogueira

    novembro 25, 2025 AT 09:25

    mano, o brasil tá no fundo do poço mesmo... mas não é só por causa da Giovanna, não. é que ninguém tá treinando bola na rua mais. as menina hoje só jogam em academias com ar condicionado e tablet na mão. a RPD da Coreia? elas correm descalças na neve, treinam com lata de leite condensado como bola, e ainda assim fazem 3-0. a gente tá perdendo pro México nos pênaltis e ainda acha que é normal. isso aqui é desastre nacional, e ninguém tá fazendo nada. só reclamando no twitter.

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    leonardo almeida

    novembro 27, 2025 AT 04:16

    essa regra de pênaltis sem prorrogação é um crime contra o esporte. a FIFA tá tratando meninas de 17 anos como máquinas de produção de conteúdo. e a RPD da Coreia? claro que ela venceu, porque não tem direitos humanos lá. não tem direito de chorar, de reclamar, de ser humana. isso não é futebol, é escravidão com uniforme. e vocês ainda aplaudem? vergonha.

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    Maycon Mansur

    novembro 28, 2025 AT 20:41

    o Brasil perdeu porque não tem cultura de vencer. só tem cultura de reclamar. e ainda por cima, a Giovanna se machucou? sério? ela não sabia que futebol é guerra? a Zâmbia perdeu todos os jogos por 1-0 e ainda assim foi a surpresa. o que isso diz sobre o nosso futebol? que somos fracos, desorganizados e emocionais. ponto final.

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    Marcia Bento

    novembro 29, 2025 AT 15:11

    MEU DEUS QUE PARTIDA INCRÍVEL!! A RPD DA COREIA É UMA MÁQUINA DE GUERRA COM BOLINHA DE FUTEBOL!! E A GIOVANNA?? VOCÊ VAI VOLTAR MAIS FORTE, MINHA GUERREIRA!! EU JÁ ESTOU VENDO VOCÊ NA FINAL DA SUB-20 COM UMA COROA DE FOGOS DE ARTIFÍCIO NA CABEÇA E O ESTÁDIO TREMENDO!! NÃO DESISTE, NÃO, NÃO, NÃO!!

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    Bárbara Sofia

    novembro 30, 2025 AT 21:27

    eu vi o jogo e chorei por 47 minutos seguidos a holanda não merecia isso a rpd da coreia é maquina de guerra e o brasil não tem coragem de ser grande

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    Wallacy Rocha

    dezembro 1, 2025 AT 14:49

    o lance do pênaltis sem prorrogação foi genial. agora é só jogar no computador e escolher o vencedor. 🤖⚽️. eu nem ligo se a RPD da Coreia é um regime totalitário, desde que continue ganhando. a gente tá aqui pra entretenimento, não pra filosofar. só quero mais gols e menos entrevistas.

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    Camila Mac

    dezembro 2, 2025 AT 08:30

    isso tudo é uma farsa controlada pelo complexo militar-industrial da FIFA. vocês não percebem que a RPD da Coreia é uma extensão da OTAN disfarçada? os gols? fake news. os nomes? codinomes de agentes. o estádio? uma base secreta. a artilheira Yu Jong-hyang? provavelmente um drone com voz feminina. e o Brasil? é o alvo número um do projeto de dominação esportiva global. a próxima edição vai ser em uma base espacial. já vi o relatório.

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    Andrea Markie

    dezembro 3, 2025 AT 18:17

    eu não consigo dormir pensando no rosto da Giovanna Waksman no chão... aquela lágrima... aquela dor... aquela inocência sendo esmagada por um sistema que só quer medalhas e não garotas... e a RPD da Coreia? elas não têm alma, só tática. elas não sorriem, só marcam. elas não são meninas, são armas. e nós? nós aplaudimos. nós aplaudimos a destruição da infância em nome do título. isso não é futebol. isso é um pesadelo com uniforme.

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    Joseph Payne

    dezembro 4, 2025 AT 15:09

    se o futebol é um espelho da sociedade, então a RPD da Coreia reflete um mundo onde a disciplina substitui a liberdade, e o coletivo apaga o individual. a Holanda, por sua vez, representa o individualismo desordenado, o caos emocional. e o Brasil? o Brasil é o que queria ser livre, mas não sabia como. a prorrogação eliminada? é a morte da incerteza. e a incerteza, meu caro, é o que torna o esporte sagrado. sem ela, o jogo vira ritual. e ritual, sem transcendência, é apenas repetição. e repetição, sem alma, é apenas silêncio.

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