Palmeiras vence Juventude por 2 a 0 e mantém liderança do Brasileirão 2025 com 65 pontos

Palmeiras vence Juventude por 2 a 0 e mantém liderança do Brasileirão 2025 com 65 pontos nov, 20 2025

O Palmeiras voltou a mostrar por que é o time mais consistente da temporada ao derrotar o Juventude por 2 a 0 no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, na noite de domingo, 2 de novembro de 2025. A vitória, conquistada com gols de Bruno Rodrigues aos 24 minutos do primeiro tempo e Felipe Anderson aos 15 do segundo, não só ampliou a vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro Série A 2025, como também reforçou a impressionante supremacia do Verdão sobre o time gaúcho nos últimos anos. Com 65 pontos, o Palmeiras está um ponto à frente do Flamengo, que empatou por 1 a 1 com o Coritiba na mesma rodada — e agora, o torcedor pode sentir o calor da disputa nos últimos dez jogos da temporada.

Um recorde que não para de crescer

A vitória em Caxias do Sul foi a sexta consecutiva do Palmeiras contra o Juventude — e a quarta como visitante. Isso supera qualquer série histórica entre os dois clubes. Antes, a melhor sequência do Verdão era de quatro vitórias seguidas entre 2004 e 2005. Agora, a marca é de seis triunfos em 2022 (duas), 2024 (duas) e 2025 (duas). E mais: desde a última derrota, em 2007, o Palmeiras não perdeu para o Juventude em oito jogos — sete vitórias e um empate. É uma dominância que vai além do resultado: é psicológica. O técnico Abel Ferreira, que completou exatamente 200 jogos no Brasileirão com a camisa do Palmeiras, tem um currículo impressionante: 112 vitórias, 45 empates e 43 derrotas. 328 gols marcados. 179 sofridos. E em 2025, ele ainda está aprimorando o time.

Detalhes que fazem a diferença

O Juventude entrou em campo com a intenção de pressionar e fechar espaços, mas não conseguiu encaixar no estilo de jogo do Palmeiras. Os comentaristas da Jovem Pan Esportes e da BandNewsFM apontaram que o problema estava em "encaixar no Nenê" — o atacante que "flutua muito", como disseram, criando confusão na marcação. O meia uruguaio Facundo Torres, por sua vez, igualou o recorde de Ventura Cambon como o quinto uruguaio com mais partidas pelo Palmeiras: 55 jogos. Um número que, em tempos de troca constante de elenco, é quase uma herança.

Na defesa, o Juventude sofreu com a velocidade das transições. Wilker Ángel e Caíque levaram cartões amarelos, enquanto Aníbal Moreno, do Palmeiras, foi advertido por uma entrada dura. O árbitro foi Savio Pereira Sampaio, da Federação do Distrito Federal, com assistentes Leila Naiara Moreira da Cruz e Daniel Henrique da Silva Andrade. O VAR, supervisionado por Rodolpho Toski Marques, foi tranquilo — apenas um lance de impedimento foi revisado, sem alteração.

Fora de casa, o Palmeiras é outro time

Fora de casa, o Palmeiras é outro time

A vitória em Caxias do Sul foi a 23ª fora de casa nas últimas 34 partidas em todas as competições — apenas cinco derrotas. Isso significa que, em mais de 65% dos jogos como visitante, o Palmeiras venceu. E isso não é acaso. É um modelo de jogo: controle de posse, transição rápida, pressão alta. O técnico Abel Ferreira construiu um time que não tem medo de jogar longe de casa. Em 2025, o Verdão já venceu em Belém, Recife, Salvador, Fortaleza, Goiânia e agora Caxias do Sul. Nenhum outro time no Brasileirão tem essa consistência.

O que vem a seguir

Com a liderança em jogo, o Palmeiras terá um descanso de 16 dias antes do próximo compromisso: uma partida antecipada da 37ª rodada contra o Vitória, no Allianz Parque, em São Paulo, na quarta-feira, 19 de novembro de 2025, às 19h30. A transmissão será pela Premiere e Sportv. Já o Juventude, que caiu para a 13ª posição com 37 pontos, enfrenta o Cruzeiro no mesmo estádio, na quinta-feira, 20 de novembro, às 16h — também no TV paga. Para os gaúchos, a missão agora é fugir da zona de rebaixamento. Para o Palmeiras, é manter o foco. Um ponto pode ser tudo.

Um histórico que pesa

Um histórico que pesa

Quem lembra da derrota por 3 a 1 em 2007, em São Paulo, ainda sente o gosto amargo. Mas desde então, tudo mudou. O Juventude não venceu mais. Não empatou. Só perdeu. E o Palmeiras, com a chegada de Abel Ferreira em 2020, transformou essa desvantagem histórica em uma vantagem psicológica. Os jogadores do Juventude não parecem mais acreditar que podem vencer. E isso, em futebol, é mais perigoso do que qualquer falta técnica.

Frequently Asked Questions

Como o Palmeiras conseguiu manter a liderança mesmo com um jogo a menos?

O Palmeiras tem 65 pontos em 31 jogos, enquanto o Flamengo tem 64 em 30. Mesmo tendo jogado um jogo a menos, o Flamengo está atrás por causa da média de pontos por jogo: 2,13 contra 2,10 do Verdão. Além disso, o Palmeiras tem melhor saldo de gols (+38 contra +35), o que pode ser decisivo em caso de empate na tabela. Cada vitória agora é uma arma estratégica.

Qual é a importância da série de vitórias contra o Juventude?

A série de seis vitórias consecutivas contra o Juventude é a maior da história do confronto, superando a antiga marca de quatro entre 2004 e 2005. Isso reflete a evolução tática do Palmeiras e a queda de confiança do adversário. Em termos psicológicos, é um peso enorme para o Juventude — e uma vantagem mental que o Palmeiras pode usar em qualquer confronto difícil.

Por que o Juventude não conseguiu pressionar o Palmeiras?

O Juventude tentou um sistema 4-4-2 com pressão alta, mas não conseguiu acompanhar a movimentação constante dos atacantes do Palmeiras, especialmente Nenê e Bruno Rodrigues. O meio-campo gaúcho perdeu espaços, e as laterais ficaram expostas. Além disso, o Palmeiras jogou com mais precisão nas transições — e o Juventude não teve criatividade suficiente para desequilibrar.

O que a marca de 200 jogos de Abel Ferreira no Brasileirão representa?

Abel Ferreira é o único técnico estrangeiro na história do Palmeiras a chegar a 200 jogos no Brasileirão. Ele é o quarto técnico com mais jogos na história do clube, atrás apenas de Telê Santana, Luiz Felipe Scolari e Dorival Júnior. Seu índice de vitórias (56%) é o melhor entre os treinadores com mais de 150 jogos no campeonato. É uma marca de consistência, adaptação e liderança.

Como o Palmeiras mantém tanta eficiência fora de casa?

O Palmeiras tem um plano tático rígido: controle da bola, pressão alta nos 30 metros finais e transições rápidas. Além disso, o elenco é mais experiente e menos propenso a erros emocionais. Em 2025, o time perdeu apenas cinco dos últimos 34 jogos fora de casa — e em 23 deles venceu. É uma máquina de resultados, não apenas de futebol, mas de mentalidade.

O que está em jogo na próxima rodada contra o Vitória?

O Vitória está na 16ª posição, mas é um time perigoso em casa — já venceu o Corinthians e empatou com o Flamengo. Para o Palmeiras, é uma oportunidade de ampliar a vantagem antes da reta final. Se vencer, vai ter 68 pontos e colocar o Flamengo em uma situação de urgência. Se empatar ou perder, a disputa vira um jogo de soma zero — e a pressão aumenta.

15 Comentários

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    EDMAR CALVIS

    novembro 22, 2025 AT 14:22

    O Palmeiras não está apenas vencendo; está redefinindo o conceito de consistência no futebol brasileiro. Seis vitórias consecutivas contra o Juventude? Isso não é sorte, é estrutura. Abel Ferreira construiu um time que não depende de estrelas, mas de sistema. Cada passe, cada transição, cada pressão é calculada. Não é só futebol - é engenharia de resultados. E isso, meu amigo, é o que separa os grandes dos meros competidores.

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    Jonatas Bernardes

    novembro 22, 2025 AT 22:26

    Olha só, mais um que cai de cabeça no mito do Palmeiras... Será que ninguém percebe que o Juventude tá sendo tratado como saco de pancadas? Eles não são fracos, só estão sendo aniquilados psicologicamente. E isso não é mérito do Palmeiras, é o efeito de uma cultura de intimidação que se instalou no futebol brasileiro. O Verdão não é superior, ele é o bullying com camisa. E a mídia? Ela só repete o que o dono do clube quer que a gente acredite. 🤷‍♂️

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    yara alnatur

    novembro 23, 2025 AT 02:22

    Quem disse que futebol é só gols e vitórias? É também história, psicologia, identidade. O Juventude entrou em campo com a alma pesada - e isso pesa mais que qualquer cartão amarelo. Mas o Palmeiras? Ele não só joga, ele *inventa* o jogo. A forma como Nenê flutua, como Felipe Anderson desce como um raio... É arte. E não é só técnica, é intenção. Cada movimento é uma declaração: ‘nós estamos aqui para ficar’. E o povo de Caxias? Ainda tá tentando entender o que viu. 🌟

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    Jefferson Ferreira

    novembro 25, 2025 AT 02:14

    É importante lembrar que a consistência do Palmeiras não é apenas tática - é cultural. O clube investe em formação, em preparação mental, em adaptação a diferentes realidades. Jogar em Belém, em Fortaleza, em Caxias... cada lugar exige um ajuste. E eles fazem isso com profissionalismo. Isso não é acaso. É escolha. E é isso que torna o time tão difícil de enfrentar. Não é só o elenco. É o ambiente. E isso, sim, é raro no Brasil.

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    João Armandes Vieira Costa

    novembro 26, 2025 AT 02:26

    65 pontos? Serio? O Flamengo ta com 64 mas jogou 1 a menos... entao o Palmeiras ta na frente por causa de um jogo a menos? isso faz sentiudo? 😅

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    Nova M-Car Reparação de Veículos

    novembro 27, 2025 AT 04:11

    Outra vitória fácil contra um time que não tem estrutura? Que surpresa. O Juventude tá na 13ª posição por um motivo: não tem qualidade. O Palmeiras vence porque é o único time que não tem medo de jogar. Mas vamos ser honestos: o Brasileirão tá fraco. Se o Palmeiras jogasse na Europa, seria só mais um time. Mas aqui? É o rei do pátio. E aí, o que? O título é menos valioso? Não. Mas é diferente. E isso ninguém quer admitir.

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    Camila Lasarte

    novembro 27, 2025 AT 07:15

    Essa obsessão com o Palmeiras é patológica. O clube não é sagrado. É um time que, por acaso, tem recursos. E a mídia? Ela transforma vitórias em milagres. E os torcedores? Eles acreditam em mitos. Mas a verdade? O futebol brasileiro está se tornando um show de um só clube. E isso é triste. Porque o que é futebol sem rivalidade? Sem surpresa? Sem drama? O Palmeiras é bom. Mas não é o único. E não deve ser o único a ser celebrado.

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    Rodrigo Serradela

    novembro 27, 2025 AT 19:13

    Abel Ferreira merece todo o respeito. 200 jogos no Brasileirão como técnico? Isso é raro. E ele fez isso com humildade, com disciplina, sem exageros. Ele não é um gênio da moda - é um construtor. E o que ele fez com esse elenco? Transformou jogadores em referência. Não foi sorte. Foi trabalho. E isso é o que o futebol brasileiro precisa mais: treinadores que pensam a longo prazo. Parabéns, Abel. Você não é só um técnico. É um exemplo.

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    Joana Elen

    novembro 27, 2025 AT 21:07

    Alguém já notou que todos os jogos do Palmeiras fora de casa são sempre em estádios com iluminação deficiente? E que o VAR sempre está tranquilo? E que o Juventude nunca tem um árbitro favorável? Será que não é tudo planejado? Afinal... quem escolhe os árbitros? Quem define os horários? E por que o Juventude nunca tem tempo de recuperação? Será que é coincidência? Ou só mais um detalhe que ninguém quer ver?

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    RONALDO BEZERRA

    novembro 29, 2025 AT 07:16

    Os dados apresentados são estatisticamente impecáveis: 65 pontos em 31 jogos, média de 2.10 por jogo, saldo de gols superior. A dominância psicológica é um fenômeno observável em contextos de hegemonia esportiva. A série de seis vitórias consecutivas contra o Juventude representa um desvio estatístico de 4.7 desvios-padrão acima da média histórica de confrontos diretos. Isso não é coincidência. É um padrão sistêmico. A estrutura organizacional do Palmeiras, aliada à metodologia de treinamento de Abel Ferreira, gera uma vantagem competitiva não replicável por clubes de menor escala. A análise quantitativa é clara: o Verdão não está apenas liderando. Está operando em um nível superior de eficiência sistêmica.

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    Talita Marcal

    novembro 30, 2025 AT 19:41

    Este é o momento em que o esporte transcende o jogo e se torna inspiração. O Palmeiras não apenas vence - ele eleva o padrão. Cada vitória fora de casa é uma lição de coragem, de adaptação, de foco. E isso não é só para os torcedores. É para os jovens que sonham em jogar. É para os treinadores que buscam excelência. É para o país que precisa de exemplos de disciplina e persistência. O Verdão está mostrando que, com planejamento, ética e resiliência, é possível construir algo duradouro. E isso, meu amigo, é o verdadeiro legado.

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    Lilian Wu

    dezembro 1, 2025 AT 16:03

    EU NÃO AGUENTO MAIS ISSO! OUTRA VITÓRIA DO PALMEIRAS?! OUTRA VEZ?! OUTRA VEZ?! O JUVENTUDE NÃO TEM NADA A VER COM ISSO! É TUDO UMA MANIPULAÇÃO DA MÍDIA! ELES NÃO SÃO MELHORES! NÃO SÃO! E AQUELE GOL DO BRUNO RODRIGUES? ELE TÁ COM O JOGO TODO EM CIMA! E O ÁRBITRO?! NÃO VIU NADA?! NÃO VIU NADA?! EU TÔ CHORANDO! NÃO AGUENTO MAIS! 😭😭😭

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    Luciana Ferri

    dezembro 1, 2025 AT 19:52

    Eu acho que todo mundo tá esquecendo o que realmente importa: o Juventude tem um elenco jovem, com potencial. E o Palmeiras? Ele tem dinheiro, experiência, estrutura. Isso não é mérito tático - é financeiro. E aí, quando o time do interior se esforça, a gente chama de ‘psicológico’? Isso é desrespeito. O futebol não é só dos grandes. E o Juventude merece mais reconhecimento. Mesmo perdendo, eles estão lutando. E isso, às vezes, vale mais que 65 pontos.

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    Guilherme Peixoto

    dezembro 3, 2025 AT 07:27

    Essa história do Nenê flutuando é linda. Ele não é um atacante tradicional. Ele é um poeta com a bola. E o Juventude tenta marcar como se ele fosse um jogador comum. Mas ele não é. Ele é um fantasma. E o mais louco? Ele nem precisa correr. Só precisa aparecer. E quando aparece... é gol. É mágica. E o pior? Ninguém sabe como parar. Porque não é técnica. É intuição. E isso, meu amigo, é raro. O futebol tá ficando mecânico. Mas ele? Ele ainda é poesia.

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    EDMAR CALVIS

    dezembro 3, 2025 AT 23:29

    Se você acha que o Juventude é só um time de ‘psicologia’, então você não entende o que o Palmeiras construiu. Eles não dependem da fraqueza do adversário. Eles criam a sua própria realidade. O jogo não é sobre o que o Juventude faz - é sobre o que o Palmeiras faz. E o que eles fazem? Eles mantêm a posse, pressionam com intensidade, e quando o erro vem, eles estão lá. Não é mágica. É repetição. É disciplina. É treino. É isso que faz a diferença. E o Juventude? Ele não perde por medo. Ele perde porque o Palmeiras é mais rápido, mais inteligente, e mais consistente. E isso não é acaso. É escolha.

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